Festa estranha com gente esquista

Passado o período offline com a namorada e o feriado de carnaval, é hora de tirar a poeira desse blog. Aliás falando em carnaval, a festa está cada dia mais parecida com o trecho citado por Renato Russo em “Eduardo e Mônica”. Além de rainhas de bateria com corpos esculturais de gosto duvidoso, agora tem também rei de bateria. A julgar pelas duas primeiras fotos abaixo, quase não dá pra saber quem é o rei e quem é a rainha.

Rainha de Bateria tem que ser rainha, mulher e parecer mulher. Vejam a Luiza Brunet, continua linda, sexy, gostosa (mais que a filha, inclusive) e com um plus a mais adicional: defende a mesma escola há muitos anos e não fica pulando de ano em ano entre todas as escolas de samba do Rio e de São Paulo só atrás de fama e cliques por debaixo da saia. Acima de tudo, tem elegância e carisma, como o posto exige. Tudo bem que vivemos num mundo hoje cheio de transformações, onde homens e mulheres conquistam direitos iguais (ou quase), mas tem coisas que definitivamente não precisam mudar. Ou alguém gostaria de ver nas capas da Playboy de fevereiro os musos do carnaval?

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